O crime ambiental amplia os riscos territoriais, enfraquecendo a governança, alimentando a corrupção e desestimulando investimentos. No final de 2024, a Polícia Federal desmantelou uma vasta rede de garimpo ilegal de ouro no Pará, revelando ligações com lavagem de dinheiro e corrupção transnacional, da Amazônia a Dubai, Miami e Panamá.
A GBF combate o crime ambiental ao fomentar redes de empresas "verdes" que geram meios de subsistência legais, fortalecem a resiliência territorial e afastam as economias ilícitas. Ao canalizar investimentos para a bioeconomia e para finanças verdes de alta integridade, essas redes criam incentivos positivos para a conservação, ao mesmo tempo que oferecem uma alternativa à lucratividade do crime ambiental.
Ler o artigo de opinião de Ilona Szabó e Robert Muggah, cofundadores do Instituto Igarapé